Indicadores Municipais
IDH · Educação · Habitação popular
No âmbito do desenvolvimento humano e infraestrutura urbana, Feira de Santana trilhou um caminho de evolução significativa, com o IDH migrando de um patamar baixo (0,460 em 1991) para médio-alto (0,712 em 2010), impulsionado pela quase universalização da taxa de escolarização básica, consolidada em 97,5%. Um dos maiores saltos qualitativos ocorreu no saneamento básico, cuja cobertura domiciliar saltou de estagnados 60,5% para 80,8% a partir de 2022, mitigando passivos históricos de saúde ambiental, embora ainda reste uma parcela considerável da população desassistida. Paralelamente, o dinamismo habitacional promovido pelo programa Minha Casa Minha Vida — que movimentou centenas de milhões de reais em financiamentos e subsídios, culminando em milhares de unidades habitacionais contratadas anualmente — transformou a morfologia urbana da cidade. Se por um lado essa expansão imobiliária reduziu o déficit habitacional, por outro impõe o desafio de evitar a periferização desordenada, demandando um planejamento urbano integrado que garanta transporte, segurança e serviços públicos a essas novas centralidades.
O Índice de Desenvolvimento Humano combina longevidade, educação e renda em uma escala de 0 a 1. Municípios com IDH acima de 0,800 têm desenvolvimento muito alto; entre 0,700 e 0,799, alto; entre 0,555 e 0,699, médio; abaixo de 0,555, baixo. É o principal indicador de bem-estar social dos municípios brasileiros.
Entre 1991 e 2010, Feira de Santana registrou crescimento de 55% — de 0.460 para 0.712.
Tendência
Fonte: PNUD / IBGE
Percentual de crianças entre 6 e 14 anos matriculadas na escola. Uma taxa próxima a 100% indica que quase todas as crianças em idade escolar estão na rede de ensino regular. É o principal indicador do acesso à educação básica obrigatória no município.
Entre 2010 e 2022, o indicador de Feira de Santana se manteve estável: de 97,4% para 97,6%.
Tendência
Fonte: IBGE
Número de unidades habitacionais financiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida no município. Indica o volume de habitação popular construída com subsídio federal, refletindo o esforço do governo em reduzir o déficit habitacional entre famílias de baixa renda.
Unidades financiadas
Valor de subsídio (OGU/FGTS)
Valor de financiamento
Tendência
Fonte: Ministério das Cidades