Painel das Cidades

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Saúde em Aparecida de Goiânia

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 30/05/2026

O setor de saúde em Aparecida de Goiânia passou por uma expressiva expansão de sua capacidade instalada, com um aumento consistente na oferta de profissionais, onde a taxa de médicos por mil habitantes saltou de 1,78 em 2010 para mais de 4,20 em 2025, acompanhada pelo crescimento no número de enfermeiros. A infraestrutura hospitalar também foi robustecida, especialmente com o aumento de leitos SUS e não-SUS durante o período pandêmico, embora tenha ocorrido uma acomodação subsequente. Apesar desses avanços e do histórico de aplicação de recursos próprios acima do mínimo constitucional (chegando a superar 34% em 2023, antes de recuar para 15,69% em 2025), a eficiência da atenção básica enfrenta gargalos críticos. Isso se reflete na taxa de mortalidade infantil, que permanece estagnada no patamar de 14 a 15 óbitos por mil nascidos vivos ao longo da última década, evidenciando que a ampliação da estrutura de média e alta complexidade não foi acompanhada pela eficácia necessária no acompanhamento pré-natal e na saúde preventiva básica.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, Aparecida de Goiânia registrou queda de 19% — de 18,02 para 14,52.

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Tendência

A taxa de mortalidade infantil em Aparecida de Goiânia supera a média nacional em 15%. Esse indicador está diretamente ligado à qualidade do pré-natal, saneamento básico e acesso a unidades de saúde — áreas que demandam atenção prioritária.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura baixa

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Aparecida de Goiânia conta com 135 leitos SUS por 100.000 habitantes e 35 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Aparecida de Goiânia registrou crescimento de 136% — de 1,78 para 4,21.

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Tendência

Com 4,21 médicos por 1.000 habitantes, Aparecida de Goiânia atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, Aparecida de Goiânia registrou crescimento de 125% — de 36,71% para 82,73%.

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Tendência

82,73% dos domicílios de Aparecida de Goiânia têm acesso adequado ao saneamento básico. O gráfico mostra a evolução dessa cobertura — melhorias nesse índice têm impacto direto na saúde pública.

Fonte: IEPS