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Saúde em Goiânia

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 26/05/2026

Goiânia se consolida como um importante polo de serviços de saúde na região Centro-Oeste, evidenciado pelo crescimento contínuo na densidade de profissionais, com o indicador de médicos saltando de 3,81 por mil habitantes em 2010 para 6,39 em 2025, além de um aumento expressivo no número de enfermeiros. A infraestrutura hospitalar mantém-se robusta, equilibrando leitos públicos (SUS) e privados (Não-SUS) na faixa de 240 e 208 leitos respectivamente em 2025, sustentada por uma aplicação constante de recursos próprios municipais em saúde, que superou os 21% do orçamento nos anos recentes. Apesar desse robusto aparato técnico e financeiro, a saúde municipal enfrenta o desafio de traduzir essa capacidade instalada em melhorias lineares na atenção primária. Isso fica evidente na taxa de mortalidade infantil, que após atingir o patamar mínimo de 9,26 óbitos por mil nascidos vivos em 2020, voltou a subir para 13,28 em 2023, sinalizando que a eficiência da cobertura básica de saúde e o acompanhamento pré-natal nas periferias demandam atenção urgente para acompanhar o padrão de excelência dos grandes centros médicos da cidade.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, o indicador de Goiânia se manteve estável: de 13,6 para 13,28.

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Tendência

A mortalidade infantil em Goiânia está alinhada à média nacional. O gráfico mostra a evolução desse indicador ao longo dos anos, que tende a cair com melhorias no saneamento e na atenção básica.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura moderada

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Goiânia conta com 242 leitos SUS por 100.000 habitantes e 209 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Goiânia registrou crescimento de 68% — de 3,81 para 6,4.

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Tendência

Com 6,4 médicos por 1.000 habitantes, Goiânia atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, Goiânia registrou crescimento de 18% — de 77,76% para 91,6%.

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Tendência

91,6% dos domicílios de Goiânia têm acesso adequado ao saneamento básico — cobertura quase universal que contribui diretamente para a redução de doenças de veiculação hídrica e melhoria da mortalidade infantil.

Fonte: IEPS