O desenvolvimento humano e estrutural de Campinas é elevado, com o IDH evoluindo de 0,618 em 1991 para 0.805 em 2010, patamar considerado muito alto. Essa evolução é suportada pela quase universalização do saneamento básico, que atingiu 96,21% dos domicílios a partir de 2022, e pela taxa de escolarização, que alcançou 98,17% no mesmo período. Para mitigar o déficit habitacional e a desigualdade social (historicamente marcada por um índice de Gini de 0,42), o município tem viabilizado expressivos investimentos em habitação popular via programa Minha Casa Minha Vida, com milhares de unidades financiadas anualmente, totalizando mais de R$ 429 milhões em financiamentos em 2025. Essa atuação integrada em infraestrutura, educação e habitação é fundamental para garantir a sustentabilidade do crescimento urbano e evitar a periferização da pobreza.
O Índice de Desenvolvimento Humano combina longevidade, educação e renda em uma escala de 0 a 1. Municípios com IDH acima de 0,800 têm desenvolvimento muito alto; entre 0,700 e 0,799, alto; entre 0,555 e 0,699, médio; abaixo de 0,555, baixo. É o principal indicador de bem-estar social dos municípios brasileiros.
Entre 1991 e 2010, Campinas registrou crescimento de 30% — de 0.618 para 0.805.
Tendência
Fonte: PNUD / IBGE
Percentual de crianças entre 6 e 14 anos matriculadas na escola. Uma taxa próxima a 100% indica que quase todas as crianças em idade escolar estão na rede de ensino regular. É o principal indicador do acesso à educação básica obrigatória no município.
Entre 2010 e 2022, o indicador de Campinas se manteve estável: de 96% para 98,2%.
Tendência
Fonte: IBGE
Número de unidades habitacionais financiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida no município. Indica o volume de habitação popular construída com subsídio federal, refletindo o esforço do governo em reduzir o déficit habitacional entre famílias de baixa renda.
Unidades financiadas
Valor de subsídio (OGU/FGTS)
Valor de financiamento
Tendência
Fonte: Ministério das Cidades