Painel das Cidades

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Saúde em São Bernardo do Campo

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 27/05/2026

O setor de saúde em São Bernardo do Campo apresenta avanços consistentes na qualidade de vida e na infraestrutura de atendimento. A taxa de mortalidade infantil registrou uma redução histórica notável, caindo de 13,24 por mil nascidos vivos em 2006 para 8,7 em 2023, o que reflete a eficiência das políticas de atenção básica e pré-natal. Esse resultado é sustentado pelo expressivo aumento na densidade de profissionais de saúde, com a taxa de médicos por mil habitantes subindo de 3,19 em 2010 para 8,67 em 2025, acompanhada pelo crescimento no número de enfermeiros. O município mantém um forte compromisso fiscal com o setor, aplicando de forma consistente mais de 20% de suas receitas próprias em saúde. A infraestrutura hospitalar mostra-se equilibrada, com uma oferta robusta de leitos públicos (SUS) que superou a marca de 100 leitos por mil habitantes nos anos mais recentes, complementada por uma rede privada (Não-SUS) estável, garantindo ampla cobertura assistencial.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, São Bernardo do Campo registrou queda de 34% — de 13,24 para 8,7.

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Tendência

São Bernardo do Campo apresenta mortalidade infantil 31% abaixo da média nacional — resultado que reflete melhores condições de saneamento, acesso à saúde pré-natal e qualidade de vida para as famílias.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura baixa

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. São Bernardo do Campo conta com 104 leitos SUS por 100.000 habitantes e 113 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, São Bernardo do Campo registrou crescimento de 171% — de 3,2 para 8,68.

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Tendência

Com 8,68 médicos por 1.000 habitantes, São Bernardo do Campo atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, o indicador de São Bernardo do Campo se manteve estável: de 92,52% para 96,26%.

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Tendência

96,26% dos domicílios de São Bernardo do Campo têm acesso adequado ao saneamento básico — cobertura quase universal que contribui diretamente para a redução de doenças de veiculação hídrica e melhoria da mortalidade infantil.

Fonte: IEPS