Painel das Cidades

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Saúde em Belo Horizonte

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 27/05/2026

O setor de saúde em Belo Horizonte destaca-se como um dos pilares de sua qualidade de vida, sustentado por investimentos públicos consistentes e uma infraestrutura de alta complexidade. O município destina sistematicamente mais de 20% de suas receitas próprias para a saúde (IEPS), superando o piso constitucional e garantindo a manutenção de um sistema robusto. Essa priorização reflete-se na densidade excepcional de profissionais: o indicador de médicos por mil habitantes cresceu ininterruptamente, atingindo a marca extraordinária de 9,6 em 2025, acompanhado pelo avanço no número de enfermeiros. A capacidade hospitalar é equilibrada e em expansão, com uma oferta sólida de leitos tanto no SUS (estabilizados acima de 250 por 100 mil habitantes) quanto no setor privado (não-SUS, superando 204 em 2025). Esse ecossistema de saúde de excelência tem impacto direto na redução histórica da mortalidade infantil, que caiu de 12,85 por mil nascidos vivos em 2006 para patamares próximos a 9,5 nos anos recentes, embora o ligeiro aumento para 10,37 em 2023 acenda um alerta para a necessidade de vigilância contínua na atenção primária.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, Belo Horizonte registrou queda de 19% — de 12,85 para 10,37.

MunicípioMédia BR

Tendência

Belo Horizonte apresenta mortalidade infantil 18% abaixo da média nacional — resultado que reflete melhores condições de saneamento, acesso à saúde pré-natal e qualidade de vida para as famílias.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura moderada

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Belo Horizonte conta com 262 leitos SUS por 100.000 habitantes e 204 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Belo Horizonte registrou crescimento de 92% — de 5,04 para 9,67.

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 9,67 médicos por 1.000 habitantes, Belo Horizonte atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, o indicador de Belo Horizonte se manteve estável: de 96,57% para 97,41%.

MunicípioMédia BR

Tendência

97,41% dos domicílios de Belo Horizonte têm acesso adequado ao saneamento básico — cobertura quase universal que contribui diretamente para a redução de doenças de veiculação hídrica e melhoria da mortalidade infantil.

Fonte: IEPS