Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 32 para viver reflete fragilidades em saúde e infraestrutura, ainda que habitação puxe o resultado para cima. O melhor indicador é MCMV (3,71 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (5,1 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- MCMV 3,71 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 5,1 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 35,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos15,9 (2015) → 35,7 (2023)
- Saneamento 5,8% · média 55%9,4% (2017) → 5,8% (2025)
- Mortes no trânsito 30,9 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,4 em 2007 para 6,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,4 (2007) → 6,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,6 em 2007 para 4,9 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 2,6 (2007) → 4,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 15,9 por mil nascidos em 2015 para 35,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 15,9 por mil nascidos (2015) → 35,7 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025