Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Oiapoque, a nota 41 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, saúde e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é homicídios (16,2 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (32,6 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 16,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 13 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Violência letal 9,7 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 32,6 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos27,7 (2015) → 32,6 (2023)
- Saneamento 9,7% · média 55%28% (2017) → 9,7% (2025)
- IDEB 3,7 · média 5,83,0 (2005) → 3,7 (2023)
- Prof. de saúde 3,28 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos finais subiu de 2,8 em 2007 para 3,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,8 (2007) → 3,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,0 em 2005 para 3,7 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,6 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 3,0 (2005) → 3,7 (2023)
- Média nacional no período: 3,6 → 5,8
A taxa de homicídios (16,2 por 100 mil hab. em 2023) está bem abaixo da média nacional, de 30,2.
- Taxa local: 16,2 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025