Duas leituras de 0 a 100 que comparam Porto Grandeà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️36
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 36 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação, ainda que saúde puxe o resultado para cima. O melhor indicador é prof. de saúde (6,82 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mortes no trânsito (84 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média).
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈32
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 32 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,1 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 169 em 2015 para 461 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 19.191 para 19.048 habitantes entre 2014 e 2025 (-0,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
30,3% da população tem até 14 anos, segundo o Censo 2022 — acima da média dos municípios brasileiros (19,8%). Um perfil jovem desloca a demanda para educação básica e primeiro emprego.
População 0–14: 30,3% · média nacional: 19,8% (Censo 2022)