Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 39 para viver reflete fragilidades em saúde e infraestrutura, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é mortes no trânsito (6,1 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (6,1 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 6,1 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 6,8 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos20,7 (2014) → 6,8 (2023)
Pontos de atenção
- Leitos 6,1 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Saneamento 4,5% · média 55%1,1% (2017) → 4,5% (2025)
- MCMV 0,06 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- IDEB 3,3 · média 5,82,8 (2007) → 3,3 (2023)
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil caiu de 20,7 por mil nascidos em 2014 para 6,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 20,7 por mil nascidos (2014) → 6,8 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,8 em 2007 para 3,3 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 2,8 (2007) → 3,3 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025