Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Belmonte, a nota 43 esconde um perfil desigual: infraestrutura acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (9,7 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é homicídios (112 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 9,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Leitos 199,7 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Saneamento 69,7% · média 55%57,4% (2017) → 69,7% (2025)
Pontos de atenção
- Homicídios 112 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- MCMV 0,05 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 2,34 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- IDEB 4,1 · média 5,82,6 (2007) → 4,1 (2023)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos finais caiu de 3,1 em 2007 para 2,8 em 2023. No mesmo período, a média nacional andou na direção oposta (3,5 → 4,8) — o município perdeu terreno enquanto o país avançava.
- IDEB — anos finais: 3,1 (2007) → 2,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,6 em 2007 para 4,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 2,6 (2007) → 4,1 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A taxa de homicídios (112 por 100 mil hab. em 2023) supera com folga a média nacional, de 30,2. E os registros vêm subindo: de 12 (2015) para 23 (2023).
- Taxa local: 112 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025