Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Castro Alves, a nota 45 esconde um perfil desigual, com segurança e habitação abaixo da média nacional. O melhor indicador é mortes no trânsito (3,9 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é homicídios (62,8 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 3,9 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Homicídios 62,8 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- MCMV 0,04 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,5 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,5 (2007) → 5,5 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,9 em 2007 para 4,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,9 (2007) → 4,5 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil caiu de 26,9 por mil nascidos em 2014 para 14,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 26,9 por mil nascidos (2014) → 14,8 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
A taxa de homicídios (62,8 por 100 mil hab. em 2023) supera com folga a média nacional, de 30,2. E os registros vêm subindo: de 4 (2015) para 16 (2023).
- Taxa local: 62,8 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025