Painel das Cidades
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Para quem é Ipameri?

Vale a pena viver ou investir em Ipameri?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Ipamerià média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

60

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 60 para viver, Ipameri se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (556,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,95 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Leitos 556,8 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • Mort. infantil 6,4 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos15,1 (2015) → 6,4 (2023)
  • Mortes no trânsito 11,4 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
  • Saneamento 74,6% · média 55%61,6% (2017) → 74,6% (2025)

Pontos de atenção

  • MCMV 0,95 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 3,3 em 2007 para 5,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 3,3 (2007) → 5,3 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Tendência

A mortalidade infantil caiu de 15,1 por mil nascidos em 2015 para 6,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).

  • Mortalidade infantil: 15,1 por mil nascidos (2015) → 6,4 por mil nascidos (2023)
  • Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
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Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,8 em 2007 para 5,8 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.

  • IDEB — anos iniciais: 4,8 (2007) → 5,8 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

63

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 63 para investir, Ipameri se destaca em produção econômica e mercado de trabalho, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 109.518 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (+0% ao ano ante +0,7% ao ano na média).

Pontos fortes

  • PIB per capita R$ 109.518 · média R$ 40.342R$ 33.164 (2015) → R$ 109.518 (2023)
  • Saldo de empregos 2,78 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.

Pontos de atenção

  • Crescimento populacional +0% ao ano · média +0,7% ao ano26.178 (2014) → 26.223 (2025)

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 33.164 em 2015 para R$ 109.518 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.

  • PIB per capita: R$ 33.164 (2015) → R$ 109.518 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 815 em 2015 para 1.339 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 815 (2015) → 1.339 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 26.178 para 26.223 habitantes entre 2014 e 2025 (+0,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros.

  • População: 26.178 (2014) → 26.223 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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