Vale a pena viver ou investir em Santa Cruz de Goiás?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Santa Cruz de Goiásà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️36
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 36 para viver reflete fragilidades em segurança e infraestrutura, ainda que saúde puxe o resultado para cima. O melhor indicador é leitos (532,6 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (76,9 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
532,6 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈56
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 56 para investir, Santa Cruz de Goiás se destaca em produção econômica e mercado de trabalho, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 97.678 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,3% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O PIB per capita subiu de R$ 29.567 em 2015 para R$ 97.678 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.
PIB per capita: R$ 29.567 (2015) → R$ 97.678 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 41 em 2015 para 109 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 3.119 para 3.004 habitantes entre 2014 e 2025 (-3,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
14,5% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 14,5% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)