Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 37 para viver reflete fragilidades em saúde e infraestrutura, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (11,4 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (43,1 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 11,4 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 43,1 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos18,7 (2015) → 43,1 (2023)
- Saneamento 10,4% · média 55%2,6% (2017) → 10,4% (2025)
- Prof. de saúde 2,62 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- IDEB 4,2 · média 5,84,2 (2007) → 4,2 (2023)
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 18,7 por mil nascidos em 2015 para 43,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 18,7 por mil nascidos (2015) → 43,1 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 2,9 em 2005 para 3,3 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,3 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 2,9 (2005) → 3,3 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025