Painel das Cidades
Maranhão·São Luís
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Para quem é São Luís?

Vale a pena viver ou investir em São Luís?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam São Luísà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

63

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 63 para viver, São Luís se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (452 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,91 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,0 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,0 (2007) → 5,5 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 3,6 em 2007 para 4,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 3,6 (2007) → 4,5 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

48

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em São Luís, a nota 48 esconde um perfil desigual: renda acima da média, mercado de trabalho e crescimento abaixo. O melhor indicador é renda formal (2,8 SM ante 2,01 SM na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (0,8 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Ponto de atenção

São Luís aparece entre os 1% piores do Brasil em desigualdade de renda (Gini) (posição 42 de 5.507).

  • Ranking nacional: posição 42 de 5.507
  • Valor mais recente: 0,490 (2003) · média nacional: 0,393
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Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 24.954 em 2015 para R$ 40.846 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 24.954 (2015) → R$ 40.846 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 18.747 em 2015 para 53.248 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.

  • Empresas ativas: 18.747 (2015) → 53.248 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Compare com cidades parecidas

Municípios semelhantes a São Luís

Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de São Luís em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.

Porte semelhante

População de tamanho próximo ao de São Luís.

IDH parecido

Mesmo patamar de desenvolvimento humano de São Luís.

Comparar São Luís com Campina Grande lado a lado
Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 26/05/2026

São Luís apresenta-se como uma capital em transição, caracterizada por um dinamismo econômico emergente e avanços estruturais significativos, mas que ainda convive com profundas desigualdades sociais. Por um lado, o município demonstra resiliência econômica, evidenciada pelo crescimento consistente do PIB per capita, pela expressiva expansão do número de empresas ativas e por uma recuperação robusta no mercado de trabalho formal. Além disso, a cidade alcançou uma redução drástica nos índices de violência na última década e registrou um salto histórico na cobertura de saneamento básico. Por outro lado, a persistência de uma elevada taxa de mortalidade infantil e a massiva dependência de programas de transferência de renda (como o Bolsa Família) revelam que a riqueza gerada ainda não se traduz de forma homogênea em qualidade de vida, desafiando gestores públicos e investidores a converter o crescimento econômico em desenvolvimento social inclusivo.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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