Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 36 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é saneamento (81,8% ante 55% na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Saneamento 81,8% · média 55%78,3% (2017) → 81,8% (2025)
- Homicídios 20,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 27 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos21,7 (2014) → 27 (2020)
- Violência letal 20,2 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 40,4 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 21,7 por mil nascidos em 2014 para 27 por mil nascidos em 2020. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 11,2 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 21,7 por mil nascidos (2014) → 27 por mil nascidos (2020)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 11,2 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,1 em 2007 para 5,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,1 (2007) → 5,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,2 em 2007 para 5,9 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 5,2 (2007) → 5,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025