Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 38 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (10,9 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 10,9 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Saneamento 73,7% · média 55%32,1% (2017) → 73,7% (2025)
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 30,6 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos8,3 (2015) → 30,6 (2023)
- Mortes no trânsito 43,6 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,11 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,7 em 2007 para 5,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,7 (2007) → 5,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil subiu de 8,3 por mil nascidos em 2015 para 30,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8,3 por mil nascidos (2015) → 30,6 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 3,7 em 2007 para 4,4 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 3,7 (2007) → 4,4 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025