Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 24 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média). No ranking nacional desta dimensão, Cabeceira Grande está entre os 5% piores do Brasil (5.485ª de 5.570).
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 41,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos17,2 (2015) → 41,7 (2023)
- Violência letal 29,4 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 44 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,7 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,7 (2007) → 5,5 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,3 em 2007 para 4,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 3,3 (2007) → 4,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 17,2 por mil nascidos em 2015 para 41,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 17,2 por mil nascidos (2015) → 41,7 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025 · ver ranking de viver