Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Campos Altos, a nota 50 esconde um perfil desigual: saúde e infraestrutura acima da média, segurança abaixo. O melhor indicador é leitos (298,3 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mortes no trânsito (38,2 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 298,3 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Saneamento 94,6% · média 55%92,3% (2017) → 94,6% (2025)
- Homicídios 15,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mortes no trânsito 38,2 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 21,4 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos8,2 (2015) → 21,4 (2023)
- Violência letal 15,3 por 100 mil hab. · média 9,1 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 8,2 por mil nascidos em 2015 para 21,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8,2 por mil nascidos (2015) → 21,4 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,7 em 2007 para 5,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,7 (2007) → 5,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,6 em 2007 para 4,0 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 3,6 (2007) → 4,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025