Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Caraí, a nota 42 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (5,1 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (24,8 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 5,1 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Leitos 230,6 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 24,8 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos11,7 (2015) → 24,8 (2023)
- MCMV 0,05 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Violência letal 20,5 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 30,8 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,3 em 2007 para 5,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,3 (2007) → 5,4 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,6 em 2005 para 3,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,6 (2005) → 3,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 11,7 por mil nascidos em 2015 para 24,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 11,7 por mil nascidos (2015) → 24,8 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025