Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 37 para viver reflete fragilidades em saúde e habitação, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (15,3 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 15,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 15,3 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 45,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos12,5 (2014) → 45,5 (2023)
- MCMV 0,15 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 1,83 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos finais subiu de 2,2 em 2005 para 3,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,2 (2005) → 3,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 12,5 por mil nascidos em 2014 para 45,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 12,5 por mil nascidos (2014) → 45,5 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,8 em 2007 para 4,8 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 3,8 (2007) → 4,8 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025