Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Dores de Campos, a nota 45 esconde um perfil desigual: infraestrutura acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é homicídios (9,7 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 9,7 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Saneamento 88,8% · média 55%82,8% (2017) → 88,8% (2025)
- Mortes no trânsito 9,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 33 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos9,7 (2015) → 33 (2022)
- Violência letal 9,7 por 100 mil hab. · média 4,4 por 100 mil hab.
- MCMV 0,39 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
Dores de Campos está entre os 100 melhores municípios do Brasil em mortalidade infantil (posição 31 de 3.101). A mortalidade infantil subiu de 9,7 por mil nascidos em 2015 para 33 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
- Ranking nacional: posição 31 de 3.101
- Valor mais recente: 33 por mil nascidos (2022) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
- Mortalidade infantil: 9,7 por mil nascidos (2015) → 33 por mil nascidos (2022)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,3 em 2007 para 7,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 5,3 (2007) → 7,1 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025