Painel das Cidades
Minas Gerais·Dores do Indaiá
IDHRendaEducaçãoSaúdeSegurançaSaneamentoTrabalhoGini
Média BRMunicípio

Para quem é Dores do Indaiá?

Vale a pena viver ou investir em Dores do Indaiá?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Dores do Indaiáà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

61

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 61 para viver, Dores do Indaiá se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (314,2 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (23,6 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Leitos 314,2 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
  • Saneamento 94,6% · média 55%88,9% (2017) → 94,6% (2025)
  • Mortes no trânsito 7,9 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.

Pontos de atenção

  • Violência letal 23,6 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
  • MCMV 1,18 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
  • Mort. infantil 18,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos7,6 (2014) → 18,5 (2021)

O que as séries históricas mostram

Destaque nacional

Dores do Indaiá está entre os 100 melhores municípios do Brasil em mortalidade infantil (posição 86 de 3.101). A mortalidade infantil subiu de 7,6 por mil nascidos em 2014 para 18,5 por mil nascidos em 2021. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos).

  • Ranking nacional: posição 86 de 3.101
  • Valor mais recente: 18,5 por mil nascidos (2021) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
  • Mortalidade infantil: 7,6 por mil nascidos (2014) → 18,5 por mil nascidos (2021)
  • Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos
Ver série histórica completa
Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,4 em 2007 para 5,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,4 (2007) → 5,9 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Ver série histórica completa

Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

40

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em Dores do Indaiá, a nota 40 esconde um perfil desigual: vulnerabilidade social acima da média, mercado de trabalho e crescimento abaixo. O melhor indicador é bolsa Família (119,8 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-1,65 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Bolsa Família 119,8 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.

Pontos de atenção

  • Saldo de empregos -1,65 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.
  • Crescimento populacional -0,9% ao ano · média +0,7% ao ano14.014 (2014) → 12.730 (2025)

O que as séries históricas mostram

Ponto de atenção

Dores do Indaiá aparece entre os 1% piores do Brasil em desigualdade de renda (Gini) (posição 48 de 5.507).

  • Ranking nacional: posição 48 de 5.507
  • Valor mais recente: 0,480 (2003) · média nacional: 0,393
Ver ranking completo
Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 13.668 em 2015 para R$ 31.579 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 13.668 (2015) → R$ 31.579 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
Ver série histórica completa
Tendência

O número de empresas ativas subiu de 405 em 2015 para 769 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 405 (2015) → 769 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
Ver série histórica completa

Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 14.014 para 12.730 habitantes entre 2014 e 2025 (-9,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 14.014 (2014) → 12.730 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
Ver série histórica completa

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

← Voltar para Minas Gerais