Painel das Cidades
Minas Gerais·Ibiraci
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Para quem é Ibiraci?

Vale a pena viver ou investir em Ibiraci?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Ibiracià média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

54

Viver

Regular

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Para quem pensa em viver em Ibiraci, a nota 54 esconde um perfil desigual: infraestrutura e saúde acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é saneamento (86,7% ante 55% na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (9,1 por 100 mil hab. ante 4,4 por 100 mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Saneamento 86,7% · média 55%83,5% (2017) → 86,7% (2025)
  • Mort. infantil 6,3 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos7,8 (2015) → 6,3 (2023)
  • Homicídios 18,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.

Pontos de atenção

  • Violência letal 9,1 por 100 mil hab. · média 4,4 por 100 mil hab.
  • MCMV 1,55 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
  • Mortes no trânsito 27,3 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
  • Leitos 109,1 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 3,7 em 2007 para 4,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 3,7 (2007) → 4,8 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,9 em 2007 para 6,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,9 (2007) → 6,3 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

59

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 59 para investir, Ibiraci se destaca em produção econômica e mercado de trabalho, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 81.826 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-1,6% ao ano ante +0,7% ao ano na média).

Pontos fortes

  • PIB per capita R$ 81.826 · média R$ 40.342R$ 30.072 (2015) → R$ 81.826 (2023)
  • Saldo de empregos 2,91 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.

Pontos de atenção

  • Crescimento populacional -1,6% ao ano · média +0,7% ao ano13.158 (2014) → 10.996 (2025)
  • Admissões/desligamentos 0,77 adm./deslig. · média 1,07 adm./deslig.mais desligamentos do que admissões no período
  • Empresas 38,38 empresas/mil hab. · média 52,31 empresas/mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 30.072 em 2015 para R$ 81.826 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.

  • PIB per capita: R$ 30.072 (2015) → R$ 81.826 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 264 em 2015 para 422 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 264 (2015) → 422 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 13.158 para 10.996 habitantes entre 2014 e 2025 (-16,4%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 13.158 (2014) → 10.996 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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