Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Martinho Campos, a nota 54 esconde um perfil desigual: saúde e infraestrutura acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (6,9 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mortes no trânsito (55 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 6,9 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 5,9 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos38,5 (2015) → 5,9 (2023)
- Saneamento 74,4% · média 55%41,4% (2017) → 74,4% (2025)
Pontos de atenção
- Mortes no trânsito 55 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 1,31 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 2,75 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil caiu de 38,5 por mil nascidos em 2015 para 5,9 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 38,5 por mil nascidos (2015) → 5,9 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,1 em 2007 para 6,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 5,1 (2007) → 6,4 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 4,3 em 2007 para 4,8 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 4,3 (2007) → 4,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025