Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Poté, a nota 50 esconde um perfil desigual: segurança e saúde acima da média, habitação abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (7,3 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,15 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 7,3 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 5,8 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos20,6 (2014) → 5,8 (2023)
- Leitos 241,8 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
Pontos de atenção
- MCMV 0,15 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Violência letal 7,3 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
- Homicídios 44 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,9 em 2007 para 5,2 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,9 (2007) → 5,2 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil caiu de 20,6 por mil nascidos em 2014 para 5,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 20,6 por mil nascidos (2014) → 5,8 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 3,2 em 2007 para 4,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 3,2 (2007) → 4,1 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025