Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Rio Acima, a nota 49 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (28 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Prof. de saúde 7,38 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Saneamento 88,2% · média 55%83,2% (2017) → 88,2% (2025)
Pontos de atenção
- Mort. infantil 28 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos23,3 (2014) → 28 (2023)
- Violência letal 9,3 por 100 mil hab. · média 4,4 por 100 mil hab.
- MCMV 0,09 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Leitos 56,1 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos finais caiu de 4,9 em 2007 para 3,8 em 2023. No mesmo período, a média nacional andou na direção oposta (3,5 → 4,8) — o município perdeu terreno enquanto o país avançava.
- IDEB — anos finais: 4,9 (2007) → 3,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,4 em 2007 para 5,7 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,4 (2007) → 5,7 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil subiu de 23,3 por mil nascidos em 2014 para 28 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 23,3 por mil nascidos (2014) → 28 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025