Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 36 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O melhor indicador é homicídios (16 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (25,5 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 16 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Violência letal 9,6 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 25,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos10 (2015) → 25,5 (2023)
- Mortes no trânsito 80,1 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 1,03 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Saneamento 22,3% · média 55%3,9% (2017) → 22,3% (2025)
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 10 por mil nascidos em 2015 para 25,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 10 por mil nascidos (2015) → 25,5 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 3,1 em 2007 para 3,7 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 3,1 (2007) → 3,7 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,7 em 2007 para 4,3 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 3,7 (2007) → 4,3 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A taxa de homicídios (16 por 100 mil hab. em 2023) está bem abaixo da média nacional, de 30,2. Os registros vêm caindo: de 18 (2015) para 5 (2023).
- Taxa local: 16 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025