Painel das Cidades
Mato Grosso·Santa Cruz do Xingu
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Para quem é Santa Cruz do Xingu?

Vale a pena viver ou investir em Santa Cruz do Xingu?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Santa Cruz do Xinguà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

28

Viver

Limitado

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

A nota 28 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O que mais derruba a nota é mort. infantil (73,2 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).

Pontos de atenção

  • Mort. infantil 73,2 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos
  • Violência letal 103,3 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
  • MCMV 0,34 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
  • Saneamento 17,6% · média 55%30,7% (2017) → 17,6% (2025)

O que as séries históricas mostram

Ponto de atenção

Santa Cruz do Xingu aparece entre os 1% piores do Brasil em mortalidade infantil (posição 25 de 5.570).

  • Ranking nacional: posição 25 de 5.570
  • Valor mais recente: 73,2 por mil nascidos (2023) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
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Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,5 em 2007 para 5,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 3,5 (2007) → 5,1 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 4,5 em 2007 para 5,2 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.

  • IDEB — anos finais: 4,5 (2007) → 5,2 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

59

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 59 para investir, Santa Cruz do Xingu se destaca em produção econômica e crescimento, mas mercado de trabalho pesa contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 225.945 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-8,95 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • PIB per capita R$ 225.945 · média R$ 40.342R$ 31.680 (2015) → R$ 225.945 (2023)
  • Crescimento populacional +2,5% ao ano · média +0,7% ao ano2.213 (2014) → 2.904 (2025)
  • Renda formal 2,5 SM · média 2,01 SM

Pontos de atenção

  • Saldo de empregos -8,95 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.

O que as séries históricas mostram

Destaque nacional

Santa Cruz do Xingu está entre os 100 melhores municípios do Brasil em PIB per capita (posição 42 de 5.570). O PIB per capita subiu de R$ 31.680 em 2015 para R$ 225.945 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.

  • Ranking nacional: posição 42 de 5.570
  • Valor mais recente: R$ 225.945 (2023) · média nacional: R$ 40.342
  • PIB per capita: R$ 31.680 (2015) → R$ 225.945 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 45 em 2015 para 145 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 45 (2015) → 145 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 7 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 2.213 para 2.904 habitantes entre 2014 e 2025 (+31,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Crescer acima do ritmo do país sugere que Santa Cruz do Xingu vem atraindo novos moradores.

  • População: 2.213 (2014) → 2.904 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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