Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Baião, a nota 41 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, infraestrutura e habitação abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (3,5 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saneamento (4,4% ante 55% na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 3,5 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Violência letal 3,5 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.
- Homicídios 12,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Saneamento 4,4% · média 55%24,2% (2017) → 4,4% (2025)
- MCMV 0,14 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 0,81 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Leitos 59,8 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
Baião aparece entre os 1% piores do Brasil em acesso a médicos (posição 3 de 3.101).
- Ranking nacional: posição 3 de 3.101
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,5 em 2005 para 3,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,6 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 2,5 (2005) → 3,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,6 → 5,8
A taxa de homicídios (12,3 por 100 mil hab. em 2023) está bem abaixo da média nacional, de 30,2.
- Taxa local: 12,3 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025