Painel das Cidades

Para quem é Curralinho?

Vale a pena viver ou investir em Curralinho?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Curralinhoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

34

Viver

Limitado

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

A nota 34 para viver reflete fragilidades em infraestrutura e saúde, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (13,6 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saneamento (2,1% ante 55% na média).

Pontos fortes

  • Homicídios 13,6 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
  • Violência letal 5,4 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.

Pontos de atenção

  • Saneamento 2,1% · média 55%1,5% (2017) → 2,1% (2025)
  • Mort. infantil 23,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos19,1 (2015) → 23,7 (2023)
  • Prof. de saúde 1,52 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
  • Leitos 73,3 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 1,9 em 2005 para 3,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,6 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 1,9 (2005) → 3,5 (2023)
  • Média nacional no período: 3,6 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 2,7 em 2007 para 3,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 2,7 (2007) → 3,5 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 8 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

34

Investir

Limitado

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

A nota 34 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e produção econômica, ainda que mercado de trabalho e crescimento puxem o resultado para cima. O melhor indicador é admissões/desligamentos (2,78 adm./deslig. ante 1,07 adm./deslig. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (0,05 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Admissões/desligamentos 2,78 adm./deslig. · média 1,07 adm./deslig.mais admissões do que desligamentos no período
  • Crescimento populacional +1,4% ao ano · média +0,7% ao ano31.591 (2014) → 36.814 (2025)

Pontos de atenção

  • Saldo de empregos 0,05 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.
  • Bolsa Família 694,38 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.
  • Empresas 7,52 empresas/mil hab. · média 52,31 empresas/mil hab.
  • PIB per capita R$ 11.705 · média R$ 40.342R$ 14.818 (2015) → R$ 11.705 (2023)

O que as séries históricas mostram

Na contramão do país

O PIB per capita caiu de R$ 14.818 em 2015 para R$ 11.705 em 2023. No mesmo período, a média nacional andou na direção oposta (R$ 19.635 → R$ 40.342) — o município perdeu terreno enquanto o país avançava.

  • PIB per capita: R$ 14.818 (2015) → R$ 11.705 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Ponto de atenção

Curralinho aparece entre os 1% piores do Brasil em IDH (posição 47 de 5.570).

  • Ranking nacional: posição 47 de 5.570
  • Valor mais recente: 0,502 (2010) · média nacional: 0,658
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Ponto de atenção

Curralinho aparece entre os 2% piores do Brasil em dependência do Bolsa Família (posição 72 de 5.570).

  • Ranking nacional: posição 72 de 5.570
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 68 em 2015 para 277 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 68 (2015) → 277 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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