Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 38 para viver reflete fragilidades em saúde e habitação, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é violência letal (6,7 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (28,5 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Violência letal 6,7 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 28,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos11,4 (2015) → 28,5 (2023)
- MCMV 0,18 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 1,31 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Leitos 62,4 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
Curuçá aparece entre os 2% piores do Brasil em acesso a médicos (posição 51 de 3.101).
- Ranking nacional: posição 51 de 3.101
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,9 em 2007 para 4,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 2,9 (2007) → 4,3 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,8 em 2005 para 4,2 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,8 (2005) → 4,2 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 11,4 por mil nascidos em 2015 para 28,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 11,4 por mil nascidos (2015) → 28,5 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025