Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 37 para viver reflete fragilidades em infraestrutura e saúde, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (13,6 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saneamento (5,4% ante 55% na média).
Pontos fortes
- Homicídios 13,6 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Violência letal 8,2 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 13,6 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Saneamento 5,4% · média 55%4,5% (2017) → 5,4% (2025)
- Mort. infantil 22,1 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos12,3 (2015) → 22,1 (2023)
- Prof. de saúde 1,17 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Leitos 43,6 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
Oeiras do Pará aparece entre os 1% piores do Brasil em acesso a médicos (posição 14 de 3.101).
- Ranking nacional: posição 14 de 3.101
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,3 em 2007 para 3,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 2,3 (2007) → 3,5 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil subiu de 12,3 por mil nascidos em 2015 para 22,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 12,3 por mil nascidos (2015) → 22,1 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025