Painel das Cidades
Paraíba·Barra de Santana
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Para quem é Barra de Santana?

Vale a pena viver ou investir em Barra de Santana?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Barra de Santanaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

33

Viver

Limitado

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

A nota 33 para viver reflete fragilidades em saúde e infraestrutura. O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).

Pontos de atenção

  • Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • Mort. infantil 31,3 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos51 (2014) → 31,3 (2022)
  • Saneamento 15,3% · média 55%5,2% (2017) → 15,3% (2025)

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,0 em 2007 para 5,2 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 3,0 (2007) → 5,2 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 2,4 em 2005 para 4,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 2,4 (2005) → 4,4 (2023)
  • Média nacional no período: 3,3 → 4,8
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Tendência

A mortalidade infantil caiu de 51 por mil nascidos em 2014 para 31,3 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).

  • Mortalidade infantil: 51 por mil nascidos (2014) → 31,3 por mil nascidos (2022)
  • Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
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Nota composta por 8 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

36

Investir

Limitado

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

A nota 36 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e mercado de trabalho. O melhor indicador é admissões/desligamentos (1,74 adm./deslig. ante 1,07 adm./deslig. na média nacional). O que mais derruba a nota é bolsa Família (503,33 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Admissões/desligamentos 1,74 adm./deslig. · média 1,07 adm./deslig.mais admissões do que desligamentos no período

Pontos de atenção

  • Bolsa Família 503,33 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.
  • Empresas 9,22 empresas/mil hab. · média 52,31 empresas/mil hab.
  • PIB per capita R$ 14.285 · média R$ 40.342R$ 7.611 (2015) → R$ 14.285 (2023)
  • Crescimento populacional -0,1% ao ano · média +0,7% ao ano8.300 (2014) → 8.247 (2025)

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 7.611 em 2015 para R$ 14.285 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.

  • PIB per capita: R$ 7.611 (2015) → R$ 14.285 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 35 em 2015 para 76 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 35 (2015) → 76 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 8.300 para 8.247 habitantes entre 2014 e 2025 (-0,6%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 8.300 (2014) → 8.247 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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