Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Mari, a nota 44 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, habitação e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é homicídios (4,5 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,05 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 4,5 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- MCMV 0,05 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Saneamento 11,2% · média 55%1,8% (2017) → 11,2% (2025)
- Mortes no trânsito 31,6 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
Mari está entre os 100 melhores municípios do Brasil em mortalidade infantil (posição 57 de 3.101). A mortalidade infantil subiu de 7,6 por mil nascidos em 2014 para 11,4 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
- Ranking nacional: posição 57 de 3.101
- Valor mais recente: 11,4 por mil nascidos (2022) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
- Mortalidade infantil: 7,6 por mil nascidos (2014) → 11,4 por mil nascidos (2022)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,7 em 2007 para 4,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,7 (2007) → 4,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A taxa de homicídios (4,5 por 100 mil hab. em 2023) está bem abaixo da média nacional, de 30,2.
- Taxa local: 4,5 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
O IDEB dos anos finais subiu de 2,8 em 2007 para 3,1 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 2,8 (2007) → 3,1 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025