Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Agrestina, a nota 47 esconde um perfil desigual: saúde e infraestrutura acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (393 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é homicídios (64,8 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 393 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Saneamento 73,9% · média 55%68,3% (2017) → 73,9% (2025)
Pontos de atenção
- Homicídios 64,8 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 72,9 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 1,46 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,0 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,0 (2007) → 5,5 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,4 em 2007 para 5,0 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 2,4 (2007) → 5,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A taxa de homicídios (64,8 por 100 mil hab. em 2023) supera com folga a média nacional, de 30,2.
- Taxa local: 64,8 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
- Fonte: SINESP/MJSP
A mortalidade infantil subiu de 8,4 por mil nascidos em 2015 para 10,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8,4 por mil nascidos (2015) → 10,6 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025