Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Cortês, a nota 42 esconde um perfil desigual: saúde e infraestrutura acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (422 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é homicídios (86,3 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 422 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mortes no trânsito 9,6 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Saneamento 74,9% · média 55%55,6% (2017) → 74,9% (2025)
Pontos de atenção
- Homicídios 86,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Violência letal 28,8 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,1 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Mort. infantil 20,6 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos12,6 (2015) → 20,6 (2023)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,4 em 2007 para 4,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,4 (2007) → 4,8 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,3 em 2007 para 4,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,3 (2007) → 4,3 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 12,6 por mil nascidos em 2015 para 20,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 12,6 por mil nascidos (2015) → 20,6 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025