Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Solidão, a nota 41 esconde um perfil desigual: educação acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é leitos (241,4 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (26,7 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Leitos 241,4 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Homicídios 18,6 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- IDEB 7,3 · média 5,84,0 (2007) → 7,3 (2023)
Pontos de atenção
- Mort. infantil 26,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos8,8 (2014) → 26,7 (2022)
- Violência letal 55,7 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 55,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Saneamento 34,8% · média 55%36,9% (2017) → 34,8% (2025)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,0 em 2007 para 7,3 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (4,0 → 5,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos iniciais: 4,0 (2007) → 7,3 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,4 em 2007 para 6,0 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 3,4 (2007) → 6,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 8,8 por mil nascidos em 2014 para 26,7 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8,8 por mil nascidos (2014) → 26,7 por mil nascidos (2022)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025