Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Fronteiras, a nota 40 esconde um perfil desigual, com saúde e segurança abaixo da média nacional. O melhor indicador é leitos (251,4 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (24,1 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Leitos 251,4 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 24,1 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos17,2 (2015) → 24,1 (2023)
- Mortes no trânsito 67,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,1 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 2,32 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,2 em 2007 para 7,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,2 (2007) → 7,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil subiu de 17,2 por mil nascidos em 2015 para 24,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 17,2 por mil nascidos (2015) → 24,1 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,2 em 2007 para 4,7 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 4,2 (2007) → 4,7 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025