Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Joaquim Pires, a nota 45 esconde um perfil desigual, com habitação e saúde abaixo da média nacional. O melhor indicador é mortes no trânsito (14 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,42 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 14 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Homicídios 21 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- MCMV 0,42 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Prof. de saúde 2,03 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Violência letal 14 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.
- Saneamento 39,6% · média 55%10,1% (2017) → 39,6% (2025)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,3 em 2007 para 6,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,3 (2007) → 6,1 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,1 em 2007 para 5,2 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 3,1 (2007) → 5,2 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil caiu de 16 por mil nascidos em 2015 para 11,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 16 por mil nascidos (2015) → 11,4 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025