Duas leituras de 0 a 100 que comparam Regeneraçãoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️43
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Regeneração, a nota 43 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, habitação e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (5,7 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,63 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
A mortalidade infantil subiu de 6,9 por mil nascidos em 2015 para 15,9 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 6,9 por mil nascidos (2015) → 15,9 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈29
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 29 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-1,03 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 7.613 em 2015 para R$ 19.683 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 7.613 (2015) → R$ 19.683 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 187 em 2015 para 384 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 17.696 para 17.400 habitantes entre 2014 e 2025 (-1,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.