Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Capitão Leônidas Marques, a nota 41 esconde um perfil desigual, com saúde e infraestrutura abaixo da média nacional. O melhor indicador é leitos (236,9 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (21,6 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Leitos 236,9 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mortes no trânsito 13,5 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Mort. infantil 21,6 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos4,7 (2014) → 21,6 (2023)
- Saneamento 20,4% · média 55%5,3% (2017) → 20,4% (2025)
- MCMV 1,22 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Violência letal 6,8 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,7 em 2007 para 6,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,7 (2007) → 6,8 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil subiu de 4,7 por mil nascidos em 2014 para 21,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 4,7 por mil nascidos (2014) → 21,6 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,5 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,5 (2007) → 5,5 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025