Painel das Cidades
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Para quem é Engenheiro Beltrão?

Vale a pena viver ou investir em Engenheiro Beltrão?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Engenheiro Beltrãoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

43

Viver

Regular

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Para quem pensa em viver em Engenheiro Beltrão, a nota 43 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (307,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (8,1 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,6 em 2007 para 6,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,6 (2007) → 6,3 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 4,2 em 2007 para 5,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 4,2 (2007) → 5,4 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

47

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em Engenheiro Beltrão, a nota 47 esconde um perfil desigual: produção econômica e vulnerabilidade social acima da média, mercado de trabalho e crescimento abaixo. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 56.098 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,02 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 27.129 em 2015 para R$ 56.098 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 27.129 (2015) → R$ 56.098 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 385 em 2015 para 774 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 385 (2015) → 774 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 14.303 para 12.347 habitantes entre 2014 e 2025 (-13,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 14.303 (2014) → 12.347 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Perfil demográfico

15,3% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.

  • População 65+: 15,3% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)
Ver pirâmide etária

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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