Viver
BomQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 57 para viver, Joaquim Távora se destaca em saúde e infraestrutura, mas segurança pesa contra. O melhor indicador é homicídios (8,1 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (16,2 por 100 mil hab. ante 8,9 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 8,1 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Leitos 251,2 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Saneamento 88,1% · média 55%73,2% (2017) → 88,1% (2025)
- IDEB 8,0 · média 5,86,2 (2007) → 8,0 (2023)
Pontos de atenção
- Violência letal 16,2 por 100 mil hab. · média 8,9 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 17,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos10,6 (2015) → 17,7 (2023)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos finais subiu de 4,4 em 2007 para 6,8 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 4,4 (2007) → 6,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 10,6 por mil nascidos em 2015 para 17,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 10,6 por mil nascidos (2015) → 17,7 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 6,2 em 2007 para 8,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 6,2 (2007) → 8,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025