Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Mercedes, a nota 44 esconde um perfil desigual: segurança e educação acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- IDEB 8,0 · média 5,86,3 (2007) → 8,0 (2023)
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Violência letal 16,1 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
- MCMV 1,13 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Mortes no trânsito 32,3 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil caiu de 31,3 por mil nascidos em 2014 para 14,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 31,3 por mil nascidos (2014) → 14,1 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 6,3 em 2007 para 8,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 6,3 (2007) → 8,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 4,9 em 2007 para 6,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,9 (2007) → 6,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025