Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Pinhalão, a nota 48 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (404,4 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (59,9 por 100 mil hab. ante 9,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 404,4 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Homicídios 15 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 9,2 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos12,2 (2015) → 9,2 (2021)
- Mortes no trânsito 15 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Violência letal 59,9 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.
- MCMV 0,3 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Saneamento 10,3% · média 55%7,4% (2017) → 10,3% (2025)
- Prof. de saúde 2,7 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,6 em 2007 para 6,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,6 (2007) → 6,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,9 em 2007 para 5,0 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 3,9 (2007) → 5,0 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil caiu de 12,2 por mil nascidos em 2015 para 9,2 por mil nascidos em 2021. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 12,2 por mil nascidos (2015) → 9,2 por mil nascidos (2021)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025