Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 38 para viver reflete fragilidades em segurança e saúde. O melhor indicador é leitos (216,7 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (43,3 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 216,7 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 9,4 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos20,6 (2014) → 9,4 (2022)
Pontos de atenção
- Violência letal 43,3 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 75,9 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Homicídios 43,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Prof. de saúde 2,71 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,1 em 2007 para 5,6 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 3,1 (2007) → 5,6 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,7 em 2005 para 3,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 2,7 (2005) → 3,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
A mortalidade infantil caiu de 20,6 por mil nascidos em 2014 para 9,4 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 20,6 por mil nascidos (2014) → 9,4 por mil nascidos (2022)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025