Painel das Cidades
Rondônia·Porto Velho
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Para quem é Porto Velho?

Vale a pena viver ou investir em Porto Velho?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Porto Velhoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

55

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 55 para viver, Porto Velho se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (449,5 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,46 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Leitos 449,5 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • Violência letal 2,3 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
  • Prof. de saúde 6,52 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.

Pontos de atenção

  • MCMV 0,46 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
  • Homicídios 40,8 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,9 em 2007 para 5,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 3,9 (2007) → 5,4 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 3,2 em 2007 para 4,6 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 3,2 (2007) → 4,6 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

51

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em Porto Velho, a nota 51 esconde um perfil desigual: renda e produção econômica acima da média, mercado de trabalho abaixo. O melhor indicador é renda formal (3,1 SM ante 2,01 SM na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (0,42 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Renda formal 3,1 SM · média 2,01 SM
  • PIB per capita R$ 55.170 · média R$ 40.342R$ 27.788 (2015) → R$ 55.170 (2023)

Pontos de atenção

  • Saldo de empregos 0,42 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 27.788 em 2015 para R$ 55.170 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 27.788 (2015) → R$ 55.170 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 9.627 em 2015 para 22.778 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.

  • Empresas ativas: 9.627 (2015) → 22.778 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas
Rankings

Porto Velho nos rankings

Indicadores em que o município se destaca no cenário comparativo

Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 27/05/2026

Porto Velho apresenta o perfil clássico de uma capital regional em transição, caracterizada como uma economia emergente e profundamente desigual. Por um lado, o município exibe um dinamismo econômico vigoroso, evidenciado pelo crescimento expressivo do PIB per capita, pela explosão no número de empresas registradas e pela resiliência na geração de empregos formais. Por outro lado, essa prosperidade contrasta com uma persistente vulnerabilidade social, traduzida na dependência massiva de programas de transferência de renda, em gargalos históricos de saneamento básico e em índices crônicos de violência urbana. O avanço nos indicadores de saúde e educação demonstra um esforço estrutural de desenvolvimento, mas a distribuição desigual desses ganhos impede que o crescimento econômico se converta plenamente em qualidade de vida homogênea para a população.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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