Painel das Cidades
Roraima·Alto Alegre
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Para quem é Alto Alegre?

Vale a pena viver ou investir em Alto Alegre?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Alto Alegreà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

31

Viver

Limitado

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

A nota 31 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O melhor indicador é mortes no trânsito (4,2 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (57,5 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).

Pontos fortes

  • Mortes no trânsito 4,2 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.

Pontos de atenção

  • Mort. infantil 57,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos45,5 (2015) → 57,5 (2023)
  • Homicídios 110,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
  • Violência letal 21,2 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
  • Escolarização 53,3% · média 98,7%

O que as séries históricas mostram

Ponto de atenção

Alto Alegre aparece entre os 2% piores do Brasil em mortalidade infantil (posição 59 de 5.570). A mortalidade infantil subiu de 45,5 por mil nascidos em 2015 para 57,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).

  • Ranking nacional: posição 59 de 5.570
  • Valor mais recente: 57,5 por mil nascidos (2023) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
  • Mortalidade infantil: 45,5 por mil nascidos (2015) → 57,5 por mil nascidos (2023)
  • Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
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Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,0 em 2005 para 4,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,6 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 3,0 (2005) → 4,5 (2023)
  • Média nacional no período: 3,6 → 5,8
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Ponto de atenção

A taxa de homicídios (110,2 por 100 mil hab. em 2023) supera com folga a média nacional, de 30,2.

  • Taxa local: 110,2 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
  • Fonte: SINESP/MJSP
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Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

45

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em Alto Alegre, a nota 45 esconde um perfil desigual: crescimento acima da média, mercado de trabalho e vulnerabilidade social abaixo. O melhor indicador é crescimento populacional (+3,4% ao ano ante +0,7% ao ano na média nacional). O que mais derruba a nota é empresas (9,37 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Crescimento populacional +3,4% ao ano · média +0,7% ao ano16.301 (2014) → 23.589 (2025)

Pontos de atenção

  • Empresas 9,37 empresas/mil hab. · média 52,31 empresas/mil hab.
  • Bolsa Família 343,04 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.

O que as séries históricas mostram

Destaque nacional

Alto Alegre está entre os 100 melhores municípios do Brasil em igualdade de renda (Gini) (posição 24 de 3.092).

  • Ranking nacional: posição 24 de 3.092
  • Valor mais recente: 0,330 (2003) · média nacional: 0,393
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Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 13.682 em 2015 para R$ 38.042 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 13.682 (2015) → R$ 38.042 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 60 em 2015 para 221 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 60 (2015) → 221 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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